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Norway Unveils Five-Year $7.3-bn Aid Package to Ukraine

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Norway’s ‘Fridtjof Nansen’ aid package for Ukraine welcomed by President Zelensky.

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Microsoft investigates Outlook outage as users face issues

2023-02-07T09:01:21Z

Microsoft logo is seen through broken glass in this illustration taken, January 25, 2023. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

Microsoft Corp (MSFT.O) said it was investigating issues with email service Outlook as users in North America faced problems with accessing, sending or searching emails on the platform.

There were more than 2,000 incidents of people reporting issues with Outlook late Tuesday at about 23:10 ET, according to Downdetector.com, which tracks outages by collating status reports from sources, including user-submitted errors on its platform.

The web monitoring firm showed that reports dropped to 351 incidents of people raising complaints as of 2:10 ET.

“Users primarily hosted in the North American region attempting to access Outlook.com may be unable to send, receive, or search email. Additional functionality such as Calendar consumed by other services such as Microsoft Teams would also be affected,” Microsoft said in an update on its status page.

A “recent change” led to the issue and the company was working to restart portions of the affected infrastructure in order to restore service, Microsoft said in a tweet.


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South Korea court orders first compensation for Vietnam war victim

2023-02-07T09:21:52Z

A South Korean court ordered the government on Tuesday to compensate a Vietnamese victim of atrocities during the Vietnam War in the 1970s, when about 300,000 South Korean troops fought alongside U.S. forces.

The ruling marked the first legal acknowledgement of South Korea’s liability for atrocities during the war and could potentially pave the way for other victims to seek compensation.

The Seoul Central District Court ordered the government to provide around 30 million won ($23,800) in compensation and additional funds for delay to Nguyen Thi Thanh, a survivor of killings of civilians by South Korean troops.

Nguyen, 63, filed a suit against the South Korean government in 2020 seeking about 30 million won in compensation, saying she lost her family members and suffered wounds herself when South Korean marines killed about 70 civilians in her hometown in Vietnam’s central province of Quang Nam in 1968.

“At the time, the soldiers forced the plaintiff’s family to come out of their house, threatening with live ammunition and guns, before shooting them,” the verdict said, according to Yonhap news agency.

“As a result, it is acknowledged that the plaintiff’s family died at the scene and the plaintiff and others suffered serious injuries.”

A court official confirmed the decision but said the full verdict was not immediately available for release.

Nguyen, in a video call from Vietnam arranged by her attorneys after the ruling, welcomed the decision and said it would be a “comfort for the souls who fell victim to the incident.”

Seoul’s defence ministry did not immediately comment. The foreign ministry said the two countries have been in close consultations over pending issues for “future-oriented” advancement of diplomatic ties, which were formally established in 1992.

“Korea and Vietnam have achieved unprecedented development of relations over the past 30 years based on the principle of ‘Let’s leave the past unfortunate events behind and move toward the future,'” it said in a statement.

Hanoi’s foreign ministry did not immediately respond to a request for comment.

($1 = 1,261.7400 won)

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Kyiv Post Morning Memo – Everything You Need to Know on Tuesday, Feb. 7

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Your daily news brief direct from Ukraine’s capital, including Yevgeny Prigozhin’s bizarre duel challenge video and President Zelensky’s condolences for Syria and Turkey.

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EU Eyeing Possible Zelensky Visit Thursday, Officials Say

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Is Zelensky about to travel to Brussels to meet with EU leaders and its parliament?

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Lei do feminicídio deixa de cobrir milhares de assassinatos ao focar só na violência doméstica

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Ilustração: Nicholas Steinmetz para o Intercept Brasil

Quando falamos sobre o governo Bolsonaro e a destruição provocada tanto por sua incompetência quanto pela opção deliberada em arruinar, sempre nos referimos a grandes áreas, como a saúde, o meio ambiente, a educação e a segurança, todas arrebentadas na gestão que, felizmente, acabou, porra. No entanto, mais do que uma “área”, quem mais sofreu com a pulsão de morte do ex-presidente tem cara, gênero, classe e cor: mulheres pobres e negras.

Isso fica claro em uma pesquisa recente do Instituto Sou da Paz, pela qual sabemos que sete a cada 10 mulheres assassinadas por arma de fogo no Brasil são negras. O número revela como a liberação de revólveres e fuzis, obsessão do ex-mandatário, trouxe uma nova terrível camada de sofrimento para uma população cuja existência já é mais difícil.

Mas há uma questão pouco iluminada sobre essas mortes, e é sobre ela que os debates feministas e as construções de políticas públicas precisam também se concentrar. Tradicionalmente, tanto as instituições quanto a própria cobertura midiática se voltam para a violência doméstica ou o ódio de gênero como as razões únicas dos assassinatos, deixando de fora as mortes de mulheres ocorridas em outros contextos criminais. Dados de 2020 da mesma pesquisa mostram que os homicídios ocorridos fora de casa corresponderam a 45% das ocorrências de morte violenta por arma de fogo entre mulheres negras. Dentro de casa, esse número foi de 25%.

Essa invisibilização é um dos temas centrais das discussões realizadas pela socióloga Ana Paula Portella, autora do livro “Como morre uma mulher?” (Editora UFPE), no qual publica investigação sobre as múltiplas vulnerabilidades que levam mulheres – e também meninas – negras e pobres a serem mais vítimas da violência letal. A pesquisa levou em 2016 o primeiro lugar no 5º Concurso Internacional de Teses sobre Segurança Pública, Vitimização e Justiça na América Latina e no Caribe, além de uma menção honrosa no Prêmio Capes de Teses em 2015.

Para sua autora, o presidente Lula e a ministra da Mulher Cida Gonçalves precisam centralizar, com urgência, essa população nas políticas do novo governo. “São pessoas que vivem em áreas precárias de grandes cidades brasileiras, lugares de intensa desorganização social, com ausência de serviços públicos e onde não há controle da violência. Podem ser locais controlados por grupos criminosos, como é o caso do Rio de Janeiro, do Ceará, de São Paulo, onde você tem uma dominação territorial de certos grupos, e podem ser áreas como aqui, em Pernambuco, onde não há a dominação territorial, mas a atuação relativamente difusa de grupos criminosos. Nesses locais, não existem ações que levem à prevenção da violência criminal e há uma certa permissividade para a ocorrência de outras formas de violências”, me disse Portella.

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“Nas áreas onde não há ações de controle da agressividade, da violência, é mais provável que conflitos resultem em homicídios, seja por arma branca ou de fogo”, afirmou a socióloga Ana Paula Portella.

Créditos.

Ela citou como exemplo as brigas e disputas ocorridas em ambientes de uso de drogas ilícitas, principalmente envolvendo o crack. “Nessas áreas onde não há ações de controle da agressividade, da violência dos mais diferentes tipos, é mais provável que conflitos resultem em homicídios, seja por arma branca ou de fogo. E as mulheres fazem parte dessas comunidades. Elas são filhas, namoradas, irmãs, amigas, mães, noivas, dos homens que protagonizam esse tipo de conflito. Elas também, muitas vezes, fazem parte do cenário, tanto no uso do crack quanto no crime em si. São esposas que vão aos presídios, que cumprem mandatos por conta dos companheiros, são vaporzinhos, traficam, fazem pequenas tarefas para o mundo criminoso”.

Portella aponta aí para um ponto ainda pouco relacionado à questão da violência de gênero: a presença ou a ausência da urbanização, uma vez que, quanto mais alto é seu grau de precariedade, mais abre-se a chance para que a população, e principalmente aquela formada por crianças e mulheres, seja exterminada. Isso porque o controle da violência, ao contrário do que prega o senso comum, não se dá somente por ações da segurança pública, mas também pela existência de elementos como serviços públicos, comércio, boa iluminação, praças, hospitais, transportes.

“Há mais gente circulando, há um lugar para onde você, caso ameaçada, possa correr, chamar um táxi, pegar um ônibus. Tudo isso são elementos que dificultam a ocorrência de violências, pode-se pedir socorro, então antes que o ataque seja letal, o processo pode ser interrompido. Nas áreas precárias, esses obstáculos não existem, então diferentes tipos de agressão podem correr soltos. E as mulheres que vivem nessas áreas, majoritariamente pobres e negras, estão mais expostas a isso”.

Culpabilizadas pela própria morte

É urgente, no debate sobre a preservação da vida das mulheres cisgêneras ou transgêneras, uma ação pautada tanto pela interseccionalidade – de raça, classe, gênero, territórios – quanto pelo entrecruzamento de variadas pastas que devem conversar, a nível federal, com o Ministério da Mulher. Sem entrecruzar as formas de opressão que marcam de diferentes maneiras as mulheres, milhares de assassinatos continuarão acontecendo “fora” do que se caracteriza como feminicídio.

“A invisibilização de tantas mortes também está relacionada ao feminismo liberal e branco na mesma medida que ele é parte das camadas dominantes da sociedade. Mas esse fenômeno é antes de tudo produto de uma visão de toda sociedade brasileira. Nela, as meninas e mulheres negras e pobres são associadas, assim como os jovens rapazes negros, a comportamentos desviantes e condutas criminosas, que justificariam a violencia que sofrem. São vistas como cidadãs menos importantes, podendo-se dizer, portanto, que não alcançam o mesmo nível de legitimidade social das vítimas brancas e ricas no que se refere ao direito à vida”.

São duas as âncoras, na opinião da socióloga, que colocam essas mortes por “armas brancas” (facas, machados, tesouras, pedras etc.) ou armas de fogo sob a sombra: a principal é o próprio sistema de segurança e justiça, secundado pela mídia e, particularmente, a imprensa que cobre casos policiais. Elas atuam conjuntamente no processo de estigmatização, fazendo um retrato de pessoas que não têm nem mesmo o direito de serem vítimas, assim como acontece tantas vezes com mulheres nos casos de violência doméstica que são culpabilizadas pela própria morte (abordei a canalhice da cobertura policial nesta coluna). Todas são previamente julgadas e condenadas, mesmo assassinadas, como observou a socióloga.

‘A construção do termo feminicídio é importantíssima para demarcar um tipo de violência letal, particularmente na América Latina’.

Somado a esse cenário, está um ponto crucial: “A lei do feminicídio tem sido aplicada quase que exclusivamente para a violência doméstica, deixando de lado cerca de metade das mulheres que são assassinadas. Não é um problema da lei, e sim da sua aplicação. Mais uma vez, é a questão do recorte, da seletividade de gênero, classe e raça, e de como as instituições públicas – que foram desmontadas nesses últimos quatro anos – ignoram essas mulheres, em sua maioria negras e pobres, associando-as à criminalidade.”

A crítica construída pela socióloga não serve, entretanto, para diminuir a importância da legislação sobre o feminicídio, crime tipificado em 2015, no governo Dilma Rousseff, e que alterou o Código Penal e a Lei de Crimes Hediondos. “A construção do termo feminicídio é importantíssima para demarcar a existência de um tipo de violência letal contra as mulheres que se destacava muito da violência doméstica tradicional, especialmente em áreas conflagradas pelos conflitos armados e pela violência criminal, particularmente na América Latina”, pontuou Portella, lembrando que os sucessivos e terríveis casos de assassinatos de mulheres em Cidade Juarez, no México, são a matriz da construção do termo.

Depois, o movimento feminista latino-americano percebeu que o contexto da violência de gênero reproduzido naquela cidade (mote do excelente livro 2666, de Roberto Bolaño) pipoca em diferentes países da região. Recife, como lembra a socióloga, foi uma das cidades estudadas para se pensar o conceito.

“Politicamente, era muito importante que a gente tivesse um termo para caracterizar esses casos, algo que fosse suficientemente forte para acionar movimentações políticas capazes de fazer alterações legislativas. Quero dizer que é uma ferramenta para a mobilização e para a implementação de políticas públicas que possam atender aos contextos dos diferentes países da região”, explicou. “Antes, era algo entendido como problema da esfera privada, que não deveria ser resolvido pelas estruturas do estado. Tanto a legislação da violência doméstica quanto a do feminicídio são ferramentas de visibilidade, são legislações impositivas, elas obrigam as instituições a agirem”.

Damares Alves, senadora

Outro ponto dramático e que muitas vezes escapa no combate à violência contra mulher é a proteção das meninas e adolescentes, as maiores vítimas de estrupro no país. Em junho do ano passado, o Anuário de Segurança Pública de 2022 mostrou que, somente em 2021, mais de 52 mil brasileiras foram estupradas, 70% menor de 14 anos – ou seja, pessoas incapazes, perante a lei, de consentir ao ato sexual.

A pandemia, que obrigou muita gente a permanecer em casa, agravou o cenário e, em conjunção com a desastrosa administração da ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves, explodiram. “Esta é uma questão gravíssima que precisa ter imensa prioridade no novo governo. As crianças foram inteiramente desprotegidas nesses últimos quatro anos. Tínhamos começado um trabalho importante desde a gestão FHC. Mas, já a partir da destituição de Dilma, as políticas públicas voltadas para a infância começaram a ser desmontadas. Devem voltar a ser prioridade, também tratadas de maneira transversal”, afirmou Portella. Como exemplo, ela citou a rede de assistência e atenção a mulheres vítimas de violência, arrasada na gestão Damares, que não gastou nem a metade do orçamento de R$ 853,3 milhões do ministério em 2020, fazendo com que o Ministério Público Federal abrisse um inquérito.

“Existe um modelo de política que já foi implementado e bem-sucedido. Ele precisa agora ser revisto, pois era muito focado na questão da violência doméstica e, hoje, a gente já tem subsídios suficientes para fazer uma revisão de forma a priorizar as meninas negras, jovens e pobres nas áreas socialmente precárias. Acho fundamental que essas políticas sejam articuladas às demais ações de assistência social, de educação, emprego e renda, igualdade racial, moradia, saúde. Um conjunto de ações que não são diretamente voltadas para a questão da violência, mas que são essenciais para prevenir que ela ocorra. Isso acontece sobretudo com a implementação de políticas que propiciem o bem viver, uma vida digna, que ofereça renda e trabalho justos”, destacou.

Damares entra em confronto direto com a ministra da Mulher Cida Gonçalves, que já declarou a defesa do aborto legal.

Um empecilho provável na ampliação de mais segurança para as mulheres é a citada Damares Alves. Eleita senadora do Distrito Federal pelo Republicanos com mais de 700 mil votos, ela anunciou como pauta o mesmo discurso demagógico que teve como ministra: o da “defesa da família, da vida e das crianças” – lembremos que por “defesa da vida”, a senadora entende, por exemplo, o impedimento do aborto legal de uma criança de 10 anos grávida após estupro.

No cargo, Damares entra em confronto direto com Cida Gonçalves, que já declarou a defesa do aborto legal e deve receber as demandas de diversos setores para ampliação da interrupção da gravidez em casos ainda não previstos na lei. A nova posição de Damares, no entanto, é vista sem alarmismo por Ana Paula Portella. “No Senado, você tem o contrabalanço com outros parlamentares democratas. Era muito pior a presença dela como ministra. E mais: temos a vantagem de saber quem Damares é, ou seja, o setor está preparado para lidar com ela, pois já a enfrentou antes”, disse Portella, sublinhando que é preciso fazer uma vigilância silenciosa sobre a senadora e outros membros do Legislativo cuja atuação limita ou impede conquistas das mulheres.

“Mas não temos que dedicar toda nossa energia a isso, já gastamos muito nesses quatro anos e temos um enorme trabalho de reconstrução. Não devemos baixar a guarda, mas, ao mesmo tempo, essas pessoas não devem ser o nosso foco principal. Já nos fizeram um mal imenso. A extrema direita precisa ser cercada e vigiada – mas a gente tem que cuidar da vida”.

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Ukrainian Catholic Church Switches Calendars

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In a decision that continues to move Ukrainian culture steadily westward, the Ukrainian Greek Catholic Church will modify its calendar of worship more in line with other Christians.

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Georgian Court Rejects Ailing Ex-Leader Saakashvili’s Bid to Leave Jail

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Georgian government continues its slow killing of political opponent, Ukrainian citizen, Saakashvili.

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Anonymous leaked 128GB of data stolen from Russian ISP Convex revealing FSB’s warrantless surveillance

The popular collective Anonymous has leaked 128 GB of data allegedly stolen from the Russian Internet Service Provider Convex.

The collective Anonymous released last week 128 gigabytes of documents that were allegedly stolen from the Russian Internet Service Provider Convex. The huge trove of data was leased by an affiliate of Anonymous’s affiliate group called Caxxii.

The stolen documents contain evidence of a dragnet surveillance activity conducted by the intelligence service FSB.

The Russian government illegally monitors citizens and private organizations across Russia.

According to collecting, Convex company launched a project code-named ‘Green Atom’ that aims to spy on Russian citizens by using surveillance equipment. The warrantless surveillance of Russian citizens violates the country’s laws and their rights.

#Anonymous #OpRussia https://t.co/Q2DwUb3t3c, hacked
they provide telecom services in #Russia, internet/telephone/cable
Government, business

Green Atom project exposed and used for spying on Internet/telephone traffic under an agreement with the FSS

Credit- CAXXII#Ukraine pic.twitter.com/DTxNfa5Mpl

— Anonymous Operations (@AnonOpsSE) January 31, 2023

Such surveillance activities are classified as unauthorized wiretapping, espionage, and warrantless surveillance of civilians, which are against the country’s laws.

“‘Green Atom’ (TS ORM fsb) refers to the installation and maintenance of wide-ranging surveillance equipment that is used to monitor the online activity of all traffic in and out of Convex.” reads a statement sent by Caxxii to the Kyiv Post.” “This can be classified as espionage, unauthorized wiretapping, and surveillance of civilians without a warrant, which circumvents the laws of the Russian Federation and all public statements of the Russian authorities,”

“They are actively transmitting data to Moscow. It’s not just preemptive tapping,” continues the group.

According to the stolen data, Convex employees were conducting the activity in coordination with the Federal Security Service.

“Documents confirming the existence of this project, as well as the correspondence of Convex employees with the FSB, are now available not only to us, but also to you.” continues the group.

Exposed data put Russian organizations, whose data are included in the archive, at risk of hacking.

Stolen data were leaked through the leak site DDoSecrets.

“According to the hackers, the Green Atom data confirms the extent to which these legal structures are abused. They say the internet provider captured and mirrored virtually all data from every switch in the largest regions of Russia, which is then passed on to Moscow for use by the security services” states DDoSecrets.

Russia is known to conduct domestic surveillance using a surveillance system called SORM  (Russian: Система оперативно-разыскных мероприятий, lit. ‘System for Operative Investigative Activities’).

The Russian Government obliges national ISPs to purchase and install the probes used by SORM system that allows the Federal Security Service (FSB) to monitor Internet traffic including online communications.

SORM is a mass surveillance system that allows the Government of Moscow to track the online activities of single individuals thanks to the support of the Russian ISPs.

sorm anonymous

Follow me on Twitter: @securityaffairs and Facebook and Mastodon

Pierluigi Paganini

(SecurityAffairs – hacking, Anonymous)

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Wikipedia again up and running as Pakistan lifts ban on site

ISLAMABAD (AP) — Pakistan lifted its ban on Wikipedia services before dawn Tuesday, after the country’s media regulator blocked the site last week for not removing purportedly blasphemous content, claiming it hurts the sentiments of Muslims.

Prime Minister Shahbaz Sharif ordered the unblocking late on Monday, according to a government statement. The site was blocked on Friday by the Pakistan Telecommunication Authority, after a deadline expired that Pakistan gave to Wikipedia to remove the controversial content.

The ban drew criticism and many Islamabad’s action, saying it was a blow to digital rights and deprived the public of the right to seek knowledge.

As anger grew, Pakistan’s Information Minister Marriyum Aurangzeb said on Monday that Sharif’s five-member committee had looked into the matter and ordered Wikipedia services be restored immediately.

The government has not provided any explanation or details about the content it deemed anti-Islam, and the media regulator never explained what content was purportedly hurting Muslim sentiments in Pakistan.

Under Pakistan’s controversial blasphemy laws, anyone found guilty of insulting Islam or its figures can be sentenced to death, although the country has yet to carry out capital punishment for blasphemy.

But even allegations of the offense are often enough to provoke mob violence and even deadly attacks. International and domestic rights groups say that accusations of blasphemy have often been used to intimidate religious minorities and settle personal scores.

The Wikimedia Foundation welcomed the lifting of the ban. Its statement said the lifting of the ban “means that the people of Pakistan can continue to benefit from and participate” in the growth of a global movement “to spread and share knowledge that is verified, reliable and free.”

In the past, Pakistan briefly banned TikTok twice for uploading immoral content. Also, in 2008, Pakistan banned YouTube over videos depicting the Prophet Muhammad, drawing angry nationwide protests as Muslims consider any physical depiction of the prophet blasphemous.

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